• Demétrio Weber

O livro didático é usado no ensino remoto?

Atualizado: Mai 16


Enquanto estados e municípios se desdobram para oferecer ensino a distância durante a pandemia de covid-19, pouco se ouve falar dos livros didáticos.

Todo ano, o Ministério da Educação investe mais de R$ 1 bilhão para comprar e distribuir milhões de livros a todas as escolas públicas do país.

Para 2020, por exemplo, foram 172 milhões de exemplares, ao custo de R$ 1,39 bilhão, conforme informações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação em sua página na internet.

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Se cada aluno da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio tem em mãos livros didáticos, supõe-se que essas obras poderiam servir de apoio à aprendizagem neste período sem aulas presenciais.

Daí a surpresa de que apenas três estados façam referência ao uso de livros didáticos em suas estratégias de ensino remoto, segundo balanço do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). São eles: Amapá, Ceará e Santa Catarina.

O balanço foi atualizado pela última vez no último dia 23 de abril e pode estar incompleto. Ainda assim, vale a pergunta: como está sendo utilizado o livro didático no ensino remoto?

A educação passa por aqui.

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